José Tadeu
 

"O roteiro abrasileirou, veio para os trópicos, por isso a fotografia é mais brilhante, colorida, mais Brasil, a cara do Rio de Janeiro."

Como é a sua relação com a câmera?
Eu tenho uma ótima relação com a câmera, uma ligação muito forte. Gosto de olhar o quadro, ver os atores, a luz, os problemas. Me acostumei tanto que não consigo me ver fazendo um filme sem que esteja na camera. Eu só a entrego na mão de um assistente depois que faço o plano e todo o movimento.
Você participou da escolha das locações?
Sim. Isso é um processo natural, que deve ser passado pela produção, pelo diretor de fotografia, e pelo diretor de arte. Cada um analisa os problemas e passa para o outro, e assim vai tudo se acertando de acordo com a locação.
Como foi elaborado o conceito de fotografia num filme como Sexo Amor e Traição?
Esse é um tema leve, uma comédia romântica, por isso pensei em fotografia limpa, com a cara dos atores. Minha inspiração foi o filme "Doris Day".
Para você qual foi a cena mais difícil de ser executada?
A cena da briga no trânsito foi muito complicada. No local da filmagem tinham muitas árvores e isso gerava um contraste enorme causado pelas folhas e pela luz do sol.
Como foi trabalhar com o Jorge Fernando?
Jorge Fernando é um capítulo a parte. Estou adorando trabalhar com ele. Me impressiona a capacidade e o talento que ele tem para mexer com os atores, para resolver as coisas rapidamente sem perder o foco do filme.Está sempre com uma idéia na cabeça. Isso me dá prazer e me estimula muito.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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