Marília Carneiro
 

"Os seis personagens deram um barato. A Alessandra teve que ficar mais fina do que é, a Malu ficou despojadérrima, e a Heloísa ficou quase uma neo hippie."

Como é o seu processo de criação para o cinema?
O processo é muito parecido com o da televisão. Primeiro você lê o roteiro, tira as suas próprias idéias, discute com o diretor, e depois ele me passa a encomenda, ou seja, idéias que tem sobre os personagens. Eu sempre tento segui-las, mas se não concordo, pondero pois afinal o meu trabalho é servir à direção
Como foi vestir cada personagem?
Os atores não são robôs, nem modelos magrinhos pagos para vestir qualquer coisa que você inventou. Eles são seres humanos de carne e osso, com novas idéias para compôr a personagem de acordo como havíamos pensado.
Os seis personagens deram um barato. A Alessandra teve que ficar mais fina do que é, a Malu ficou despojadérrima, e a Heloísa ficou quase uma neo hippie.

Você tem alguma preferência entre fazer figurino para televisão ou para o cinema?
Na verdade eu comecei fazendo cinema, depois é que fui para televisão e lá estou há trinta anos, metade da minha vida, eu já nem sei mais se sou do cinema o da televisão.
Gosto muito de fazer televisão também porque gostar de cinema é mole. Quem faz bem televisão faz qualquer outra coisa, porque é muita exigência.
Fazer televisão é mais fácil mas o tempo é curto. Fazendo analogia: parece que realizo um longa por dia.


 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
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